Mediocridade
Se eu tivesse orgulho de ser brasileiro, teria vergonha de ter um compatriota como Rubens Barrichello. Não por ele ter se vendido e ter aceitado passivamente a posição de mero segundo piloto. Respeito a decisão dele. Sem nenhuma demagogia, é possível que, no lugar dele, eu aceitasse as mesmas condições.
O que me causa desconforto é o jeitinho de menino mimado que Rubens assume. É a sua total aversão a reconhecer sua inferioridade perante seu companheiro de equipe. É o fato de ele declarar que é apenas um brasileirinho e que Fórmula 1 é assim mesmo.
Engraçado. Nélson Piquet, Emerson Fittipaldi e Ayrton Senna nunca tiveram esses problemas, apesar de serem tão brasileiros quanto Rubens. Rubens é segundo piloto porque é, tecnicamente, muito, mas muito inferior a Schumacher. Ponto. A imprensa brasileira fica cheia de rodeios para dizer o que acabei de dizer. Se Rubens disputasse 100 corridas contra Schumacher, com um mesmo carro, perderia 98. Epa, não é exatamente isso que vem acontecendo nos últimos anos?
É perfeitamente normal não ser o melhor. Eu, certamente, não sou o melhor no que faço. É absolutamente aceitável admitirmos que outra pessoa possa fazer algo com melhor qualidade, ou com maior eficiência, do que nós. Não há nenhum problema nisso para mim, mas o mesmo não se pode falar de Rubens.
Temos ouvido de Rubens, temporada após temporada, que dessa vez ele tem chances reais de ser campeão. Recentemente, foi divulgado que ele vai trocar a Ferrari pela BAR e, acredite se quiser, ele diz que desta vez terá reais chances de conseguir alguma coisa.
É isso que me faz perder parte de meu respeito por Barrichello. Ele acha que vai trocar a Ferrari pela BAR e vai ter resultados melhores. Eu não sei se ele realmente crê nisso, ou se está simplesmente ludibriando seus fãs (entre os quais, como já disse, definitivamente não me incluo). É por coisas assim que, hoje, torço até pro Takuma Sato, mas para Barrichello só torço contra.
Rubinho, não me leve a mal, mas entre os pilotos você é só mais um. Desista de querer estar entre os melhores, e aí, quem sabe, eu passe até a torcer por você.
O que me causa desconforto é o jeitinho de menino mimado que Rubens assume. É a sua total aversão a reconhecer sua inferioridade perante seu companheiro de equipe. É o fato de ele declarar que é apenas um brasileirinho e que Fórmula 1 é assim mesmo.
Engraçado. Nélson Piquet, Emerson Fittipaldi e Ayrton Senna nunca tiveram esses problemas, apesar de serem tão brasileiros quanto Rubens. Rubens é segundo piloto porque é, tecnicamente, muito, mas muito inferior a Schumacher. Ponto. A imprensa brasileira fica cheia de rodeios para dizer o que acabei de dizer. Se Rubens disputasse 100 corridas contra Schumacher, com um mesmo carro, perderia 98. Epa, não é exatamente isso que vem acontecendo nos últimos anos?
É perfeitamente normal não ser o melhor. Eu, certamente, não sou o melhor no que faço. É absolutamente aceitável admitirmos que outra pessoa possa fazer algo com melhor qualidade, ou com maior eficiência, do que nós. Não há nenhum problema nisso para mim, mas o mesmo não se pode falar de Rubens.
Temos ouvido de Rubens, temporada após temporada, que dessa vez ele tem chances reais de ser campeão. Recentemente, foi divulgado que ele vai trocar a Ferrari pela BAR e, acredite se quiser, ele diz que desta vez terá reais chances de conseguir alguma coisa.
É isso que me faz perder parte de meu respeito por Barrichello. Ele acha que vai trocar a Ferrari pela BAR e vai ter resultados melhores. Eu não sei se ele realmente crê nisso, ou se está simplesmente ludibriando seus fãs (entre os quais, como já disse, definitivamente não me incluo). É por coisas assim que, hoje, torço até pro Takuma Sato, mas para Barrichello só torço contra.
Rubinho, não me leve a mal, mas entre os pilotos você é só mais um. Desista de querer estar entre os melhores, e aí, quem sabe, eu passe até a torcer por você.
