Orgulho de que?
Sou francamente favorável ao casamento (sem adoção de crianças) entre pessoas do mesmo sexo. Acredito que todos devam ter o direito de conduzir sua vida privada da maneira que lhes convier.
A chamada Parada do Orgulho Gay (não sei se o nome é exatamente esse), no entanto, transforma a luta pelos direitos dos homossexuais numa grande comédia pastelão. Copacabana fica parecendo um zoológico a céu aberto. É uma aberração. Não vejo como um homem fantasiado de galinha possa contribuir para a nobre luta dos homossexuais pelo reconhecimento de seus direitos.
O jornal O GLOBO publicou foto na primeira página da última segunda feira que mostrava dois homens que se beijavam em público para analisar a reação das pessoas ao fato. Duas crianças, com os olhos arregalados, observavam.
Lamento ter de ser tão acertivo, mas a verdade é que, enquanto não escolhe de livre e espontânea vontade seu caminho, nenhum cidadão é homossexual. Por natureza, todas as pessoas são heterossexuais até que algo, seja o que for, altere o desenrolar natural das coisas.
Quando os homossexuais usam seu comportamento com a intenção deliberada de chocar, principalmente a crianças e idosos, estão na verdade agredindo. Estão querendo que a sociedade admita na marra que gostar de pessoas do mesmo sexo seja natural.
Não, natural não é. O natural é que as pessoas se relacionem com pessoas do sexo oposto. Se a natureza tivesse projetado o ser humano para ser homossexual, a humanidade simplesmente não existiria. Eu só estou aqui escrevendo, e você aí, lendo, porque homens gostam de mulheres e vice-versa.
Não se confunda: acredito que a sociedade esteja caminhando para uma tolerência saudável, em que as pessoas se respeitem mutuamente independentemente de qualquer opção que possam exercer em suas vidas. Sem querer me valer do clichê, creio profundamente que as pessoas não devem sofrer distinção em função de raça, sexo, religião, classe social ou opção sexual. Tenho grandes amigos e amigas negros, brancos, homossexuais, judeus, espíritas, ateus, ricos e pobres. Distinguir as pessoas por qualquer desses fatores é, no mínimo, um sinal de desmesurada ignorância. Não tenho nada contra ou a favor dos homossexuais. Mas não posso concordar com a atitude de agredir.
O nome do evento para homenagear os homossexuais e ajudar a reivindicar o reconhecimento público dos seus direitos não deveria ser "Parada do Orgulho...". O próprio nome já configura beligerância. Ser gay não é motivo de orgulho, assim como ser branco também não é. Ser gay é uma opção de cada um, e pronto.
Se eu fosse homossexual, a última coisa que faria seria comparecer à Parada do Orgulho Gay.
A chamada Parada do Orgulho Gay (não sei se o nome é exatamente esse), no entanto, transforma a luta pelos direitos dos homossexuais numa grande comédia pastelão. Copacabana fica parecendo um zoológico a céu aberto. É uma aberração. Não vejo como um homem fantasiado de galinha possa contribuir para a nobre luta dos homossexuais pelo reconhecimento de seus direitos.
O jornal O GLOBO publicou foto na primeira página da última segunda feira que mostrava dois homens que se beijavam em público para analisar a reação das pessoas ao fato. Duas crianças, com os olhos arregalados, observavam.
Lamento ter de ser tão acertivo, mas a verdade é que, enquanto não escolhe de livre e espontânea vontade seu caminho, nenhum cidadão é homossexual. Por natureza, todas as pessoas são heterossexuais até que algo, seja o que for, altere o desenrolar natural das coisas.
Quando os homossexuais usam seu comportamento com a intenção deliberada de chocar, principalmente a crianças e idosos, estão na verdade agredindo. Estão querendo que a sociedade admita na marra que gostar de pessoas do mesmo sexo seja natural.
Não, natural não é. O natural é que as pessoas se relacionem com pessoas do sexo oposto. Se a natureza tivesse projetado o ser humano para ser homossexual, a humanidade simplesmente não existiria. Eu só estou aqui escrevendo, e você aí, lendo, porque homens gostam de mulheres e vice-versa.
Não se confunda: acredito que a sociedade esteja caminhando para uma tolerência saudável, em que as pessoas se respeitem mutuamente independentemente de qualquer opção que possam exercer em suas vidas. Sem querer me valer do clichê, creio profundamente que as pessoas não devem sofrer distinção em função de raça, sexo, religião, classe social ou opção sexual. Tenho grandes amigos e amigas negros, brancos, homossexuais, judeus, espíritas, ateus, ricos e pobres. Distinguir as pessoas por qualquer desses fatores é, no mínimo, um sinal de desmesurada ignorância. Não tenho nada contra ou a favor dos homossexuais. Mas não posso concordar com a atitude de agredir.
O nome do evento para homenagear os homossexuais e ajudar a reivindicar o reconhecimento público dos seus direitos não deveria ser "Parada do Orgulho...". O próprio nome já configura beligerância. Ser gay não é motivo de orgulho, assim como ser branco também não é. Ser gay é uma opção de cada um, e pronto.
Se eu fosse homossexual, a última coisa que faria seria comparecer à Parada do Orgulho Gay.
